Especialidades

Nossa equipe médica conta com especialistas para atender os casos de catarata, que é a opacificação do cristalino.

Todas as pessoas têm uma lente natural dentro do olho, o cristalino. Com o passar dos anos, ele vai ficando nublado e perde sua transparência.

Em casos mais raros, traumas, reação a medicamentos e exposição prolongada a luz solar podem antecipar o surgimento da catarata.

A única maneira de corrigir a catarata é cirúrgica. A operação consiste na retirada do cristalino natural e implante de uma lente em seu lugar.

No H.Olhos, você é atendido por equipe altamente qualificada e em permanente atualização.

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O H.Olhos São Gonçalo é referência em transplante de córnea no estado do Rio.

A córnea é a parte anterior transparente e protetora do olho, como o vidro de um relógio. Ela, junto com o cristalino, tem a função de focalizar a luz através da pupila para a retina, como se fosse uma lente fixa.

Para o bom desempenho desta lente natural do olho, é necessário que haja boa lubrificação, produzida pelas glândulas lacrimais e distribuída pelas pálpebras. É imprescindível que a córnea tenha transparência e curvatura regular semelhante a uma cúpula.

A córnea pode ser afetada por diversas doenças, as principais são: infecções virais (herpes, adenovírus); bacterianas e fúngicas; opacidades corneanas e alterações da curvatura causadas por cicatrizes, distrofias, degenerações e ceratocone.

Segundo a gravidade do caso, o tratamento poderá ser com uso de colírios específicos, adaptação de lentes de contato especiais, plugs ou, nos casos mais graves, intervenções cirúrgicas, como o transplante. Neste caso, o paciente é cadastrado no Sistema Nacional de Transplante.

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O glaucoma é a designação genérica de um grupo de doenças que seguem um padrão característico de neuropatia óptica, atingindo o nervo e levando à perda de células ganglionares da retina. Se não for tratado adequadamente o glaucoma leva ao dano permanente do nervo óptico, causando uma perda progressiva do campo visual, que pode evoluir para cegueira.

A pressão intraocular elevada é um fator de risco significativo para o desenvolvimento de glaucoma, não existindo, contudo, uma relação causal direta entre um determinado valor da pressão intraocular e o aparecimento da doença. Uma pessoa pode desenvolver dano no nervo com pressões relativamente baixas enquanto outra pode ter pressão intraocular elevada durante anos sem apresentar lesões.

O glaucoma se subdivide em dois tipos principais: de ângulo aberto e estreito. Esta classificação é de grande importância para a definição do melhor tratamento, e pode ser obtida pelo exame de gonioscopia.

Ele também pode ser causado por traumas, trombose das veias da retina e por associação a outras doenças.

O controle da pressão ocular é a única forma conhecida de evitar ou reduzir a progressão do glaucoma. Diversos colírios hipotensores estão disponíveis e sua indicação pelo especialista depende das características de cada caso.

O melhor controle da pressão também pode ser obtido com a aplicação de dois tipos diferentes de laser: a iridotomia, nos casos de ângulo estreito, e a trabeculoplastia a laser, em alguns casos de ângulo aberto. Estas intervenções melhoram o escoamento do líquido que circula no interior do globo ocular (humor aquoso), e são procedimentos ambulatoriais.

Para o diagnóstico e correto manejo da doença, utiliza-se um arsenal de exames complementares. Em casos refratários ou em que não se tolera a medicação, indica-se cirurgia, por meio de trabeculectomia ou implantes e válvulas.

Importância do acompanhamento e aderência ao tratamento

Por ser uma doença crônica que, por vezes, não apresenta sintomas, o glaucoma exige um compromentimento do paciente em manter o tratamento. O controle requer cuidados diários.

O retorno periódico para consultas e exames complementares, conforme a orientação médica, é fundamental para o melhor controle da doença.

Os familiares bem informados auxiliam na aplicação da medicação, lembrando de horários, doses e das datas de retorno para as consultas de revisão, por exemplo.

Siga as recomendações do seu médico, informe-se sobre os riscos de não dar continuidade ao tratamento do glaucoma.

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A retina é uma parte do olho responsável pela captação de imagens. Pense nela como o filme das antigas máquinas fotográficas que registra as imagens, que são retidas e traduzidas para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico.

Nesta especialidade, tratamos das diversas doenças do segmento posterior, como retinopatia diabética, descolamento de retina, buracos maculares, membranas epirretinianas, entre outras. Um dos importantes recursos para o tratamento é a fotocoagulação a laser.

Vítreo

As doenças da retina podem vir acompanhadas de perda da transparência do vítreo, que é a substância gelatinosa que preenche o olho, entre o cristalino e a retina. Diversas alterações podem afetar o vítreo, sendo que a mais comum é a formação de “moscas volantes” (pedaços do vítreo soltos no olho que podem interferir na visão). Ele também está suscetível a inflamações, infecções, hemorragias e até contração e formação de roturas ou traves que levam a descolamento da retina.

O surgimento das ditas moscas volantes deve ser imediatamente avaliado pelo especialista, pois pode ser apenas um processo degenerativo benigno, como pode significar o início de alguma alteração mais grave a ser tratada.

Retinopatia Diabética

Os diabéticos, mesmo com boa visão, necessitam de avaliação periódica. A detecção precoce da retinopatia diabética é fundamental para o seu tratamento e a preservação da visão.

DMRI

A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é uma causa importante de deficiência visual em indivíduos com mais de 60 anos. Avanços terapêuticos recentes, como a aplicação de medicamentos anti-VEGF (inibidores do fator de crescimento vascular), têm permitido melhores resultados no controle e tratamento da DMRI. O especialista definirá a necessidade e a frequência das aplicações.

Uveíte

A úvea e formada pela íris, corpo ciliar e coroide. Quando esta camada do bulbo ocular inflama, ocorre a uveíte, que pode ser de causa infecciosa (bactérias, fungos e vírus), autoimune ou idiopática (causa desconhecida).

A uveíte pode ser anterior (irite, iridociclite), intermediária (pars planite) e posterior (coriorretinite, retinite e coroidite). Seu tratamento, na maioria dos casos, é feito com medicação (oral e colírios).

Neurites, oclusões vasculares, hemorragias, doenças inflamatórias ou infecciosas do segmento posterior também são manejadas por nossa equipe.

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O primeiro atendimento, normalmente, é realizado pelo generalista ou oftalmopediatra. A consulta oftalmológica consiste no exame externo, aferição da visão, da refração (grau), medida da pressão intraocular e avaliação do fundo de olho. Caso seja identificada alguma alteração que requeira exames especiais ou a participação de um subespecialista, o paciente é encaminhado e orientado.

No H.Olhos São Gonçalo, as crianças contam com atendimento de especialista em oftalmologia pediátrica.

Consulte seu oftalmologista regularmente

Para estar com a saúde dos olhos sempre em dia, o recomendado é que o paciente volte a se consultar anualmente (ou na frequência definida pelo especialista quando o diagnóstico indique avaliações mais frequentes).

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As lentes de contato são utilizadas, principalmente, para a correção dos diferentes tipos de grau (miopia, astigmatismo, hipermetropia e presbiopia), podendo também ter finalidade estética e terapêutica para algumas doenças da córnea. O uso das lentes deve ser avaliado pelo oftalmologista, que vai escolher e indicar o melhor tipo e forma de utilização para cada caso e comprovar sua eficácia por meio de testes específicos.

No exame oftalmológico, são avaliadas as condições para o uso das lentes de contato: alguns pacientes têm características que impedem o uso, enquanto outros precisam tratar certas condições que dificultam a adaptação (alergia, blefarite) antes de iniciá-lo.

É importante seguir as orientações de uso, troca e revisões, pois a utilização errada ou de lentes inadequadas pode causar danos irreversíveis à visão.

Há lentes de diversos materiais, desenhos e tipos. As mais utilizadas são:

  • hidrofílicas: tóricas (para correção do astigmatismo), bi ou multifocais (para longe e perto);
  • gás-permeáveis fluorsiliconadas;
  • esclerais ou miniesclerais;
  • especiais para casos de irregularidades corneanas, como o ceratocone.

O sucesso e a segurança da adaptação dependem da correta escolha da lente, do acompanhamento em revisões periódicas e das medidas de assepsia e manutenção prescritas no ato da aquisição. Além disso, o respeito ao regime de uso escolhido (descartável, uso diário, uso prolongado) e ao tempo para a troca das lentes são cuidados importantes.

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Nossa equipe conta com especialistas prontos para atender casos de estrabismo, que é a perda do alinhamento dos olhos, popularmente conhecido como olhar “vesgo”.

Existem três formas de estrabismo:

  • convergente (desvio de um dos olhos para dentro);
  • divergente (desvio para fora);
  • verticais (um olho fica mais alto ou mais baixo do que o outro).

Os sintomas e as consequências dos estrabismos diferem conforme a idade em que aparecem e a maneira como se manifestam.

O exame precoce de crianças que apresentam o problema é importante para evitar uma possível deficiência visual. O tratamento do estrabismo é feito com o uso de óculos, exercícios, cirurgias ou com a combinação destes recursos.

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Esta subespecialidade trata das cirurgias de correção de pálpebras, reconstrução em caso de traumas, ptose, retirada de bolsas de gordura, correção de sequelas de cirurgias anteriores, retirada de tumores, preenchimento de órbita com enxertos para colocação de próteses, ectrópio, entrópio (pálpebras viradas para fora ou para dentro), alterações congênitas de pálpebras, entre outras.

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